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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

II GP - entrevista c/ Michael Augusto

A entrevista que faltava: Michael Augusto, 3º classificado no 2º GP Internacional Pedro Chaves, fala ao nosso blog.
1 - Qual a sua opinião geral da corrida?
Eu acho que a corrida foi fantástica, e no que toca à minha pessoa correu-me de feição pois fui o grande outsider desta prova. No entanto, penso que há aspectos a melhorar, como é a questão do formato da prova. Em meu entender, a 1ª corrida correu muito melhor, porque tivemos uma fase de adaptação à pista e depois a prova em si. Sendo já escalados à partida segundo o tempo dos treinos.Também consigo compreender que devido ao número de elementos ter sido reduzido não se podesse efectuar desta forma, mas se calhar para a próxima será melhor marcar com maior antecedência e haver um período de inscrições, onde será obrigatório pagar no imediato, que é para aqueles que realmente vão desfrutar de "tudo aquilo que têm direito"!
2 - Como reagiu à largada e à primeira volta?
A largada não me correu muito mal, embora tenha havido bastantes toques logo naquela primeira curva. No que toca à primeira volta em si para mim foi a pior pois foi a única que fiz um peão que me relegou para o último posto (atrás do catchau...isso é mesmo mau...lol), mas a partir daí foi respirar fundo e recuperar a pouco e pouco os karts à minha frente!
3 - Alcançou o seu primeiro pódio no Troféu Pedro Chaves. Como se sente?
É realmente uma grande sensação atingir o pódio numa prova com tantas estrelas. Mas agora há que elevar o ego e considerar que também já posso ser considerado um alvo a abater. Penso, que depois deste resultado as responsabilidades vão subir mas de certa forma isso é bom porque sempre gostei de viver e de lutar sobre pressão.

4 - Quais as suas perspectivas para o resto do campeonato?
Agora para o resto de o campeonato espero primeiro que tudo poder comparecer em todas as provas para que realmente possa ter hipóteses de lutar pelos lugares cimeiros desta grande prova, e depois tentarei aproveitar os deslizes daqueles que são considerados os "experts" para
tentar chegar o mais alto possível na classificação!

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

II GP - entrevista c/ João Rodrigues

1 - Qual a sua opinião geral da corridaa?
Foi uma corrida diferente, emocionante, imprevisível mas com uma conclusão extremamente feliz e obviamente satisfatória.

2 - Como reagiu à largada e à primeira volta?
A largada foi algo confusa, pois na tentativa de sair rapidamente da grelha acelerei cedo demais; ao aperceber-me, travei para não sair precocemente, o que me fez ficar parado na altura do início da corrida, caindo então para o último lugar. Mas felizmente gerou-se uma grande confusão na primeira curva, o que me permitiu manter o contacto e até fazer algumas ultrapassagens.


3 - Em que momento da corrida chegou à liderança? 
Depois da largada confusa e de vários toques com outros pilotos nas primeiras curvas, aproveitando também erros dos outros competidores, cheguei à liderança.

4 - O que sentiu ao liderar um GP pela primeira vez? Foi difícil controlar a corrida? Esteve sempre ao ataque ou teve margem para defender a vantagem?
Estar na liderança da corrida foi algo complicado pois era inevitável estar constantemente a olhar para a retaguarda à procura dos perseguidores. Embora tentando dar o máximo, preocupei-me mais em evitar erros de maneira a não perder tempo e eventualmente o primeiro lugar.

5 - Está apenas a 2 pontos do líder R. Vrielink. Quais as perspectivas para o campeonato?

Não vai ser fácil recuperar esses pontos pois, na minha opinião o Reinold é claramente melhor piloto, ou pelo menos muito mais rápido. Resta-me fazer a minha corrida e esperar que em algum momento consiga aproveitar os eventuais erros dos adversários, que possam ocorrer.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

II GP - entrevista c/ Reinold Vrielink

(não foi possível entrevistar os 4º e 3º classificados, Rui Borges e Michael Augusto.)

1 - qual a sua opinião geral da corrida?

Penso que a organização tentou tornar a corrida mais interessante ao fazer uma largada inversa, todavia logo após as primeiras curvas já os mais rápidos estavam na frente. Infelizmente as condições da pista não estavam muito favoráveis para os mais rápidos. Pessoalmente penso que o óleo que se encontrava na pista na travagem para a curva 3 foi uma manobra orquestrada pela organização no sentido de me penalizar, dai os 3 piões na mesma curva. Essa manobra deu-me forca para continuar a lutar, sempre na raça, a tentar chegar ao piloto que se encontrava imediatamente a minha frente. 


2 - Como reagiu à largada e à primeira volta?
A largada beneficiou-me bastante apesar de partir da última posição, devido a inexperiência de alguns pilotos que ficaram praticamente parados. Aproveitei para ir por fora e assim à entrada da curva 3 já me encontrava no 3o lugar. Sabia que essa curva poderia causar muitos problemas devido a travagem forte de todos, por isso optei por fazê-la suavemente. Isso não impediu alguém, no entanto, de bater na traseira do meu kart, mas estava por dentro, o que permitiu manter a posição e a partir daí fazer a minha corrida. 


3 - O que correu mal em relação à primeira corrida?
Como já disse, foi o óleo no asfalto à entrada da curva, definitivamente uma manobra de sabotagem. Apesar deste percalço, a fiabilidade estava lá e o segundo lugar acaba por saber a pouco, pois era visivelmente mais rápido que o primeiro.

4- Está na liderança do campeonato, com 2 pontos de vantagem sobre J. Rodrigues. Quais as perspectivas para o campeonato?
Seria agradável se a organização escalonasse definitivamente todas as corridas. Até agora parece-me que tenho todas as possibilidades de conquistar o campeonato. A pressão está sobre os restantes corredores. São eles que correm em casa. Do meu lado sinto apenas pressão no sentido de que todos me querem derrotar. É presumível que os portugueses venham a enveredar por tácticas de menor fair-play, pelo que espero que a organização esteja atenta no sentido de verificar a existência de manobras que eventualmente ponham em risco as minhas corridas.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

II GP - entrevista c/ Daniel Sousa

1 - qual a sua opinião geral da corrida?
No geral foi uma boa corrida, a largada é que foi um desastre, os pilotos não revelaram ética no arranque e aquilo noinicio parecia mais os carrinhos de choque que uma pista de karting.



2 - qual a sua opinião sobre a largada?  
Um desastre, apesar de ideia ser minha foi uma rica m**** de ideia, fiquei do lado fechado da pista (direito) não pude ultrapassar ninguem no inicio, para além disso o katxaw n tem ética nenhuma e andou a fazer m**** á minha frente uma data de voltas... os pilotos mais lentos e inexperientes não podem voltar a arrancar das poisções iniciais senão é o caos... 

3 - teve problemas nas ultrapassagens?
Só até ultrapassar o katxaw, porque depois não tive mais problemas... 

4- Perspectivas para o campeonato?
Luta renhida entre dois pilotos, o Reinold e o João, ainda estou á espera do que o Ismael possa ou não fazer, das duas uma ou renasce das cinzas e revela-se um concorrente o titulo ou então será uma desilusão constante...

sábado, 17 de novembro de 2007

II GP - entrevista c/ I. Paulino

1 - qual a sua opinião geral da corrida?
Apesar de ter sido uma corrida de recurso, sem treinos, com metade da duração, etc., ou low-cost, como lhe chamaram, creio que o pessoal ficou satisfeito. Claro que é pena termos sido tão poucos.
Em termos desportivos, creio que foi igualmente um sucesso; para mim, pessoalmente, foi uma grande m****.

2 - qual a sua opinião sobre a largada?

Creio que inverter a grelha em relação à corrida anterior foi uma óptima opção. Os pilotos que estão atrás tinham “obrigação” de passar os da frente, e se não foram capazes de o fazer, paciência. Além disso, a ausência de acidentes foi uma prova de que se tratou de uma opção acertada, apesar da inexperiência dos da frente, em especial do pole man. Para mim, pessoalmente, foi óptima. Arranquei bem e passei logo o Michael [Augusto], que ficou quase parado; depois, os outros ocuparam a parte de dentro da curva e pude atacar sem problemas pela parte de fora ao longo das curvas 1 e 2. Ao chegar à curva 3 já era terceiro, depois foi só ser assertivo e sair da curva 4 na liderança. Infelizmente, na travagem para a curva 6 fiz borrada da grossa e baixei para último.


3 – Cometeu demasiados erros. O que aconteceu?
Antes da corrida senti uma dor de estômago e pensei “hoje não é o melhor dia para isto.” Talvez fosse psicológico. A verdade é que durante a corrida não tive quaisquer problemas físicos, apenas mentais. Senna dizia que uma corrida é como um jogo de xadrez, tem que ser reflectida e mexer uma peça de cada vez. Tendo em conta que o Zé mecânico nos avisou de que os travões eram de cabo (?) e que não iam travar muito bem, só me posso queixar de mim próprio. Durante a corrida não me lembrei uma única vez de “parar” para pensar no que estava a fazer. Devia ter pensado que os travões não estavam a funcionar a 100%; que, se estava na liderança, não precisava de forçar o andamento; que os outros pilotos também iriam cometer erros, que eu podia aproveitar; e que o circuito da Batalha tem apenas 3 pontos de travagem, e que mais valia ganhar tempo em todos os outros.
O meio ponto acaba por ser quase uma sorte…

4 – Quer comentar a afirmação de R. Gomes de que o ultrapassou depois da bandeirada de chegada?
Houve por certo qualquer confusão, talvez porque o Ricardo terminou com voltas de atraso. O que é certo é que na minha penúltima ou última volta despistei-me com especial violência na curva 3, ao ponto de ter de retirar os pneus de protecção de cima do motor, para poder continuar. (mas não tive que me levantar.)

5 - Perspectivas para o campeonato?

Antes de o campeonato começar, eu não fazia ideia quem seriam os líderes e não tinha perspectivas nenhumas. Para dizer a verdade, para a corrida de Leiria tinha pensado ficar nos 10 primeiros. Mais tarde, depois de ter sido sempre tapado pelo João e ter feito as 6 voltas mais rápidas dessa corrida, fiquei de facto a pensar que poderia conseguir mais. Sem folhas de tempos é difícil dizer, mas sinto que deitei fora a vitória ao não raciocinar com frieza durante a corrida, pois tinha andamento suficiente para isso. Na próxima corrida vou tentar correr com mais calma e mais frieza. Para já não penso no campeonato, pois o atraso pontual para os líderes é já considerável (e ainda bem que a corrida anterior só teve metade dos pontos…) Depois, se conseguir manter-me tão “icy” como o Raikkonen, talvez possa igualmente recuperar de uma grande desvantagem pontual.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

II GP - entrevista c/ Tiago Nunes

1 - qual a sua opinião geral da corrida?
Curta, com adrenalina e aprendizagem crescente daí ter sido bastante curta.

2 - o que sentiu ao largar na pole position?
Não gostei, pois não fiz por estar na pole position, apenas larguei da
pole por uma questão de logística e de contravontade, penso que é bem
mais interessante largar de trás e ver a movimentação dos adversários
por uma questão de aprendizagem, espero que da próxima possa estar na
pole com mérito próprio.

3 - sentiu o peso de ser estreante?
De modo algum, pelo contrário, a pressão era nula pois nunca tinha
andado e sabia que nas primeiras voltas iria perder bastante tempo,
embora no desporto e na vida em geral faça tudo para ficar em
primeiro, era irrealista pensar nos lugares cimeiros com tão bons
adversários.

4 - Apesar de largar na pole, não se esperava que um estreante absoluto no karting obtivesse um bom resultado. Apesar disso, conseguiu bater R. Gomes. Como foi o duelo pelo 7º lugar?
Nunca gosto de pensar nos últimos lugares, no início estava um bocado
relutante ao choque entre karts, velocidade e respectivo controle do
kart nas curvas daí ter perdido algum tempo inicial depois atinei e
ultrapassei o Ricardo, como tinha perdido muito tempo inicialmente
andei o resto da prova sem ninguém pela frente, mas também sem ninguém
atrás pois já conseguia fazer tempos mais competitivos, e o Ricardo
estava um bocado mal disposto.

5 - Perspectivas para o campeonato?
Sei que já perdi algum calendário do campeonato, mas como já afirmei
luto para ficar em primeiro e irei tentar, embora saiba que é difícil
com estes bons adversários. Penso que as pistas mais rápidas me
favorecem, pois gosto de entrar com velocidade nas curvas e não tenho
medo de entrar em despiste, gosto de me divertir enquanto conduzo e a
velocidade ajuda. Foi uma boa experiência e espero que continue!

terça-feira, 13 de novembro de 2007

II GP - entrevista c/ Ricardo Gomes

1 - Qual a sua opinião geral da corrida?
Foi uma boa corrida, um arranque muito violento, mas correu bem. A nivel pessoal, foi o que eu ja esperava, o ultimo lugar nao me deixa nada triste, uma vez que nao me dou muito bem ao volante dos kartings.

2 - Como reagiu à largada e à primeira volta?
Foi uma boa largada, o Reinold e o Ismael fizeram muito bom arranque e o resto foi um "encosta para la" a procura de uma melhor posiçao na pista.

3 - É verdade que viu um piloto chocar contra a barreira de pneus da curva 3?
Sim é verdade, ja depois do oficial de pista me ter mostrado a bandeira xadrez, o Ismael passou-me na resta da meta, e na curva 3 vi uma nuvem de po e algum fumo, quando me aproximei da curva vi que tinha sido ele.

4 - Alguns pilotos referiram que o Ricardo desrespeitou os conselhos de pilotagem dados pelo gajo da mecânica, inclinando-se para dentro nas curvas. Quer comentar?
Se o fiz nao foi propositado, uma vez que ja tinha corrido naquela pista e ja tinha ouvido os conselhos. Por vezes o cansaço em prova leva-nos a cometer alguns erros graves.


5 - Quais as suas perspectivas para o resto do campeonato? Espero poder melhor a minha prestaçao individual, e acabar entre os cinco primeiros.
PS- Pa proxima convida so 5...lol..