Algum dos nossos leitores sabia que Pedro Couceiro, célebre piloto português de alta competição que esteve a rondar a F1, teve uma carreira como fadista? E que os lucros da mesma ajudaram a lançar a sua carreira no mundo dos karts?
Nós não sabíamos - somos talvez demasiado novos para isso...
Aliás, o Markl explicou o resto da história - Couceiro será o Pedro da Cinderela, na música de Carlos Paião. A quem souber melhor, agradecemos a contribuição na caixa de comentários.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Bruno Senna mais perto do sonho
Bom, não se podia pedir mais! Poucos dias depois do anúncio da sua entrada para a (Lotus??) Renault, eis que Bruno vê o piloto principal da Renault (1 dos 5 melhores plantel) ausentar-se por um ano, pelo menos, da competição. Será que ele vai concretizar o sonho??
António Borges Barreto, o português da Ferrari F1
(artigo do Ionline)
"Nicha Cabral (cinco corridas entre 1959 e 1964), Pedro Matos Chaves (13 em 1991), Pedro Lamy (32 entre 1993 e 96) e Tiago Monteiro (37 entre 2005 e 2006) foram os quatro pilotos portugueses que andaram no circo da Fórmula 1 e são nomes incontornáveis do automobilismo português pela incrível façanha de terem chegado ao topo. A história que aqui vamos contar de um outro inesquecível piloto nacional é trágica e nunca passou pela F1.
Esquecido por alguns e desconhecido para muitos, António Joaquim Borges Barreto, abreviado para Toquim, foi o primeiro e único piloto português na Ferrari. Este dado, por si só, já garante uma página. Mas afinal porque é que a escuderia mais famosa da história contratou um português de 24 anos? Bem, é por isso que vamos escrever uma página sobre o homem e o piloto que passou ao lado de uma carreira gloriosa.
Nascido em Évora, Toquim deu-se a conhecer nas pistas aos 23 anos, em 1954, numa altura em que a média de idade dos pilotos da Fórmula 1 (só para dar um exemplo) era de 42 anos. Ao volante de um Porsche 356, Toquim apresentou-se na VI Volta a Portugal, organizada pelo desaparecido Clube 100 à Hora. Para surpresa de muitos, incluindo do próprio, saiu-se vencedor de uma prova que contava com nomes sonantes do automobilismo português. A sua humildade é sincera e, ao mesmo tempo, graciosa: "Sou estreante. Nunca entrei em provas, se bem que conduzo há bastante tempo. Sinceramente lhe digo: quis avaliar o prazer destas andanças. Não sabia nada disto e não queria deixar de experimentar as sensações que outros volantes têm tido. Agora não desisto mais."
Para a frente é que é Lisboa. Ou Porto. Ou Guimarães. Com Toquim ao volante, as surpresas nunca mais acabavam. Foi sétimo classificado no GP Portugal, no Circuito da Boavista, no Porto, décimo no GP Lisboa, segundo na Rampa da Penha (Guimarães) e primeiro num Quilómetro de Arranque. A experiência nestas provas dão-lhe a projecção necessária para outros voos e Toquim aventura-se na compra de um Ferrari 2M (Spider Vignale), que pertencia a D. Fernando de Mascarenhas, prestigiado piloto português. É essa compra, feita no final do ano de 1955, que lhe permite dar o salto.
Em 1956, o Ferrari e Toquim fundem-se num só. Ao quarto lugar no GP Porto segue-se a primeira internacionalização, nas 10 horas de Messina (Itália). Acaba em terceiro, e ainda levanta a Taça dos Novos. Esse lugar no pódio aliado ao título numa corrida paralela confere-lhe maturidade ao volante e confirmam-se as negociações com a Ferrari. Em conversa informal com o jornal "O Volante", Toquim anunciava um contrato profissional, já com testes marcados com a Ferrari, no dia 15 de Setembro, em Saint Étienne.
"Vou para Itália, onde me demorarei poucos dias, apenas o tempo necessário para alguns treinos na Ferrari. Depois sigo para França onde disputarei uma prova de circuito em Saint Étienne à qual devem correr todos os bons e em que eu correrei oficialmente pela Ferrari." O entrevistador está embasbacado. Ferrari? "Sim senhor, pela Ferrari. Em Messina, já corri pela Ferrari mas agora é verdadeiramente oficial a minha presença na equipa." E a ideia é tornar-se profissional? "É essa a minha intenção. Tenho 25 anos e reconheço que posso fazer qualquer coisa interessante. Lá fora escasseiam os corredores novos: julgo que a ocasião é de aproveitar..." [nesse ano de 1956, Fangio é campeão mundial de pilotos com 45 anos de idade, enquanto a Ferrari ganha o Mundial de construtores]
É nesse momento que o destino prega uma das partidas mais cruéis, com a morte de Toquim nas 6 horas de Forez, na estreia oficial pela Ferrari. O italiano Piero Carini, que seguia em terceiro lugar, perdeu o controlo do seu Ferrari Testarossa a mais de 200 km/h e foi bater na traseira do português, projectando os dois veículos contra um muro, onde ambos morreriam naquele instante. Portugal ficou paralisado, Évora nem se fala. Toquim era já um símbolo naquela cidade. A sua urna foi levada em ombros da igreja na praça do Giraldo até ao cemitério. Em cima dela, duas coroas de flores: uma enviada por Enzo Ferrari, como sinal de luto pelo recém-contratado piloto; outra da família de Piero Carini, o outro acidentado no fatídico dia.
Toquim pode nunca ter chegado à Fórmula 1 mas tem o seu nome no livro de pilotos da Ferrari, onde se lê: "Com coragem e paixão, faleceu com apenas 26 anos."
"Nicha Cabral (cinco corridas entre 1959 e 1964), Pedro Matos Chaves (13 em 1991), Pedro Lamy (32 entre 1993 e 96) e Tiago Monteiro (37 entre 2005 e 2006) foram os quatro pilotos portugueses que andaram no circo da Fórmula 1 e são nomes incontornáveis do automobilismo português pela incrível façanha de terem chegado ao topo. A história que aqui vamos contar de um outro inesquecível piloto nacional é trágica e nunca passou pela F1.
Esquecido por alguns e desconhecido para muitos, António Joaquim Borges Barreto, abreviado para Toquim, foi o primeiro e único piloto português na Ferrari. Este dado, por si só, já garante uma página. Mas afinal porque é que a escuderia mais famosa da história contratou um português de 24 anos? Bem, é por isso que vamos escrever uma página sobre o homem e o piloto que passou ao lado de uma carreira gloriosa.
Nascido em Évora, Toquim deu-se a conhecer nas pistas aos 23 anos, em 1954, numa altura em que a média de idade dos pilotos da Fórmula 1 (só para dar um exemplo) era de 42 anos. Ao volante de um Porsche 356, Toquim apresentou-se na VI Volta a Portugal, organizada pelo desaparecido Clube 100 à Hora. Para surpresa de muitos, incluindo do próprio, saiu-se vencedor de uma prova que contava com nomes sonantes do automobilismo português. A sua humildade é sincera e, ao mesmo tempo, graciosa: "Sou estreante. Nunca entrei em provas, se bem que conduzo há bastante tempo. Sinceramente lhe digo: quis avaliar o prazer destas andanças. Não sabia nada disto e não queria deixar de experimentar as sensações que outros volantes têm tido. Agora não desisto mais."
Para a frente é que é Lisboa. Ou Porto. Ou Guimarães. Com Toquim ao volante, as surpresas nunca mais acabavam. Foi sétimo classificado no GP Portugal, no Circuito da Boavista, no Porto, décimo no GP Lisboa, segundo na Rampa da Penha (Guimarães) e primeiro num Quilómetro de Arranque. A experiência nestas provas dão-lhe a projecção necessária para outros voos e Toquim aventura-se na compra de um Ferrari 2M (Spider Vignale), que pertencia a D. Fernando de Mascarenhas, prestigiado piloto português. É essa compra, feita no final do ano de 1955, que lhe permite dar o salto.
Em 1956, o Ferrari e Toquim fundem-se num só. Ao quarto lugar no GP Porto segue-se a primeira internacionalização, nas 10 horas de Messina (Itália). Acaba em terceiro, e ainda levanta a Taça dos Novos. Esse lugar no pódio aliado ao título numa corrida paralela confere-lhe maturidade ao volante e confirmam-se as negociações com a Ferrari. Em conversa informal com o jornal "O Volante", Toquim anunciava um contrato profissional, já com testes marcados com a Ferrari, no dia 15 de Setembro, em Saint Étienne.
"Vou para Itália, onde me demorarei poucos dias, apenas o tempo necessário para alguns treinos na Ferrari. Depois sigo para França onde disputarei uma prova de circuito em Saint Étienne à qual devem correr todos os bons e em que eu correrei oficialmente pela Ferrari." O entrevistador está embasbacado. Ferrari? "Sim senhor, pela Ferrari. Em Messina, já corri pela Ferrari mas agora é verdadeiramente oficial a minha presença na equipa." E a ideia é tornar-se profissional? "É essa a minha intenção. Tenho 25 anos e reconheço que posso fazer qualquer coisa interessante. Lá fora escasseiam os corredores novos: julgo que a ocasião é de aproveitar..." [nesse ano de 1956, Fangio é campeão mundial de pilotos com 45 anos de idade, enquanto a Ferrari ganha o Mundial de construtores]
É nesse momento que o destino prega uma das partidas mais cruéis, com a morte de Toquim nas 6 horas de Forez, na estreia oficial pela Ferrari. O italiano Piero Carini, que seguia em terceiro lugar, perdeu o controlo do seu Ferrari Testarossa a mais de 200 km/h e foi bater na traseira do português, projectando os dois veículos contra um muro, onde ambos morreriam naquele instante. Portugal ficou paralisado, Évora nem se fala. Toquim era já um símbolo naquela cidade. A sua urna foi levada em ombros da igreja na praça do Giraldo até ao cemitério. Em cima dela, duas coroas de flores: uma enviada por Enzo Ferrari, como sinal de luto pelo recém-contratado piloto; outra da família de Piero Carini, o outro acidentado no fatídico dia.
Toquim pode nunca ter chegado à Fórmula 1 mas tem o seu nome no livro de pilotos da Ferrari, onde se lê: "Com coragem e paixão, faleceu com apenas 26 anos."
domingo, 6 de fevereiro de 2011
150 SARIP: Paulino em entrevista
Qual a sua reacção à chegada de Vrielink à equipa?
Estou naturalmente deliciado com a perspectiva de ter o Reinold como colega de equipa para 2010. Creio que a 150 SARIP poderá conseguir coisas muito interessantes!
Não tem receio de lutar contra o Campeão em título?
Ao contrário do que sucede na F1, no karting amador o equipamento é igual para todos e portanto a diferença não se mede necessariamente contra os colegas de equipa. O Reinold foi o meu grande adversário para o título de 2010 e, nesse sentido, continua a ser um adversário, para mim e para todos, pelo que não há receio. Pelo contrário: além de adversário, agora é também um colega, pelo que existirá cooperação sempre que possível!
Mas esta situação não o levará a ser o segundo piloto da equipa?
Claro que não! Como em todas as equipas do TPC, cada um faz a sua corrida. O que haverá é um cuidado especial para não prejudicar a equipa. Além disso, em 2010 eu bati o Reinold por 3 vezes, e 2 delas em confronto directo.
Quando muito, se, no final do campeonato, um estiver em posição de ser ajudado pelo outro, como fez o Patrese ao Mansell em 1991, estou totalmente disponível, e estou certo que o Reinold fará o mesmo se for ao contrário!
Daniel Sousa é o novo Director Desportivo. Comentário?
Estamos deliciados por termos um Director Desportivo com provas dadas na gestão de organizações amadoras, como foi o caso do NERIFE. Entretanto, é preciso agradecer ao Daniel a dedicação e o talento que mostrou nas corridas que fez com a equipa. Não esquecer que os pontos do Daniel foram fulcrais para batermos a MAT em 2009 e a Acceleron em 2010. Espero que ele possa voltar para fazer provas magníficas como no XIV GP, quando obteve um resultado brilhante contra adversários muito mais leves!
Fala-se por aí num dream team da UCP-Lis, com Hélder Antunes e André Almeida, tendo Nuno Reis como director desportivo. Quer comentar?
Não me parece que alguém fale nisso, mas era uma ideia excelente. Em todo o caso, suponho que pelo menos o Hélder estará presente e é um bom candidato a vencer o Troféu Rookie.
Se a 150 SARIP tivesse tido esta configuração em 2010, o seu domínio teria sido considerável. Quais as perspectivas para 2011? Poderemos esperar uma espécie de McLaren-Honda 1988?
Se o campeão e o vice-campeão se juntam, não temos outro remédio senão assumir que a 150 SARIP é uma clara candidata ao título! Contudo, visto que a Acceleron está reforçada, a BF Team ainda tem margem de progressão, a KXT é sempre a KXT, mais a C-Sport e e os Outlaws que são muito bons, e ainda à espera de saber se a Albakarting Team vem, vamos ver se não nos acontece como ao Jody Schekter e ao Nélson Piquet, que passaram pela vergonhaça de falharem a qualificação para uma corrida já depois de serem campeões. A BF é que é a campeã em título.
O meu objectivo para o XV GP é o habitual: terminar no top-ten será óptimo!
Vamos ser sinceros: o Schumacher devia ou não abandonar a F1?
O problema do Schumacher é sempre o mesmo: ele não tem noção, nem carisma. Se ele tivesse dito que não vinha para ser campeão, que apenas mantinha o gosto pela competição e que queria ajudar o Rosberg e a Mercedes no grande projecto alemão, que assim até escusava de causar instabilidade na Ferrari, como se se estivesse só a divertir, ninguém lhe levava a mal. O problema foi ter dito que vinha para ser campeão, pois subiu muito as expectativas. As pessoas nem se aperceberam que no fim de 2010 ele já estava ao nível do Rosberg – com 41 anos, que diabo! Eu continuo a achar a presença dele extremamente interessante.
Além do valor dos outros pilotos e equipas e do facto reconhecido de o nível entre todos ser muito idêntico, há mais alguma desculpa para uma eventual quebra de resultados em relação a 2010?
Claro. Li uma vez que o Enzo Ferrari dizia que “papai piloto perde 1 segundo por volta”. E embora não consiga agora confirmar esta info na net, basta olhar para o vergonhoso 2009 do Reinold para ver que é verdade.
Nunca ponderou constituir uma equipa com o bicampeão Rodrigues?
Chegámos a falar nisso, mas embora também fosse uma hipótese interessante, ambos concluímos que era melhor não. Por um lado, porque ele não queria abandonar a KXT e eu também não queria abandonar a 150 SARIP; por outro, porque historicamente nós não funcionamos bem em equipa. Temos algum currículo no jogo da sueca e sempre constatámos que tínhamos mais hipóteses de ganhar jogando um contra o outro – na mesma equipa, perdíamos quase sempre.
Estou naturalmente deliciado com a perspectiva de ter o Reinold como colega de equipa para 2010. Creio que a 150 SARIP poderá conseguir coisas muito interessantes!
Não tem receio de lutar contra o Campeão em título?
Ao contrário do que sucede na F1, no karting amador o equipamento é igual para todos e portanto a diferença não se mede necessariamente contra os colegas de equipa. O Reinold foi o meu grande adversário para o título de 2010 e, nesse sentido, continua a ser um adversário, para mim e para todos, pelo que não há receio. Pelo contrário: além de adversário, agora é também um colega, pelo que existirá cooperação sempre que possível!
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| Patrese à frente de Mansell (1991) |
Claro que não! Como em todas as equipas do TPC, cada um faz a sua corrida. O que haverá é um cuidado especial para não prejudicar a equipa. Além disso, em 2010 eu bati o Reinold por 3 vezes, e 2 delas em confronto directo.
Quando muito, se, no final do campeonato, um estiver em posição de ser ajudado pelo outro, como fez o Patrese ao Mansell em 1991, estou totalmente disponível, e estou certo que o Reinold fará o mesmo se for ao contrário!
Estamos deliciados por termos um Director Desportivo com provas dadas na gestão de organizações amadoras, como foi o caso do NERIFE. Entretanto, é preciso agradecer ao Daniel a dedicação e o talento que mostrou nas corridas que fez com a equipa. Não esquecer que os pontos do Daniel foram fulcrais para batermos a MAT em 2009 e a Acceleron em 2010. Espero que ele possa voltar para fazer provas magníficas como no XIV GP, quando obteve um resultado brilhante contra adversários muito mais leves!
Não me parece que alguém fale nisso, mas era uma ideia excelente. Em todo o caso, suponho que pelo menos o Hélder estará presente e é um bom candidato a vencer o Troféu Rookie.
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| Piquet (Lotus) não se qualificou p/ GP Bélgica 89 |
Se o campeão e o vice-campeão se juntam, não temos outro remédio senão assumir que a 150 SARIP é uma clara candidata ao título! Contudo, visto que a Acceleron está reforçada, a BF Team ainda tem margem de progressão, a KXT é sempre a KXT, mais a C-Sport e e os Outlaws que são muito bons, e ainda à espera de saber se a Albakarting Team vem, vamos ver se não nos acontece como ao Jody Schekter e ao Nélson Piquet, que passaram pela vergonhaça de falharem a qualificação para uma corrida já depois de serem campeões. A BF é que é a campeã em título.
O meu objectivo para o XV GP é o habitual: terminar no top-ten será óptimo!
Vamos ser sinceros: o Schumacher devia ou não abandonar a F1?O problema do Schumacher é sempre o mesmo: ele não tem noção, nem carisma. Se ele tivesse dito que não vinha para ser campeão, que apenas mantinha o gosto pela competição e que queria ajudar o Rosberg e a Mercedes no grande projecto alemão, que assim até escusava de causar instabilidade na Ferrari, como se se estivesse só a divertir, ninguém lhe levava a mal. O problema foi ter dito que vinha para ser campeão, pois subiu muito as expectativas. As pessoas nem se aperceberam que no fim de 2010 ele já estava ao nível do Rosberg – com 41 anos, que diabo! Eu continuo a achar a presença dele extremamente interessante.
Além do valor dos outros pilotos e equipas e do facto reconhecido de o nível entre todos ser muito idêntico, há mais alguma desculpa para uma eventual quebra de resultados em relação a 2010?
Claro. Li uma vez que o Enzo Ferrari dizia que “papai piloto perde 1 segundo por volta”. E embora não consiga agora confirmar esta info na net, basta olhar para o vergonhoso 2009 do Reinold para ver que é verdade.
Chegámos a falar nisso, mas embora também fosse uma hipótese interessante, ambos concluímos que era melhor não. Por um lado, porque ele não queria abandonar a KXT e eu também não queria abandonar a 150 SARIP; por outro, porque historicamente nós não funcionamos bem em equipa. Temos algum currículo no jogo da sueca e sempre constatámos que tínhamos mais hipóteses de ganhar jogando um contra o outro – na mesma equipa, perdíamos quase sempre.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
W. insulta J. Villeneuve pela 582ª vez em quase 14 anos
Um bom tema é aquele que se consegue sempre renovar, por mais que os anos passem. Quando o Mick Schumacher e o Jules Villeneuve estiverem a terminar as suas carreiras na F1, ainda estaremos a discutir a qualidade e o talento do incompreendido campeão do mundo de 1997, que não pode ser comparado aos outros que foram enunciados. (Aliás, o próprio Coulthard merecia uma análise mais extensiva. O Coulthard era o Pedro Barbosa da F1, e não se diz que o Pedro Barbosa não tinha talento - era um talento tímido, que só se mostrava de vez em quando. Um pouco como o Carlos Martins, também).
Panis, Hill e Coulthard nunca mostraram ser capazes de efectuar uma manobra destas.
Quanto ao Irvine, consta que fez algo parecido no seu GP de estreia, mas depois nunca mais se viu nada do género. (Isto não conta, claro.)
Panis, Hill e Coulthard nunca mostraram ser capazes de efectuar uma manobra destas.
Quanto ao Irvine, consta que fez algo parecido no seu GP de estreia, mas depois nunca mais se viu nada do género. (Isto não conta, claro.)
Paulino responde a Rodrigues
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| Forrest Gump |
Ao longo da semana, percorreu 22 km (4,4 km/dia) em caminhada relativamente acelerada, e disputou ainda um jogo de futsal, na qualidade de guarda-redes, tendo sofrido apenas 2 golos mas suando bastante bem.
Prevê-se que venha a fazer o mesmo na semana antes do GP.
Bruno Senna quer ser profissional!
Ah, que pena. O sobrinho de Ayrton Senna fez uma primeira época digna do espírito amador da Coloni e de Pedro Chaves. Não fomos ver as contas, mas agora deve ser preciso mais dinheiro em patrocínios agora que em 1991 para correr na pior equipa. E Bruno deu o seu melhor. Agora não há pré-qualificações e, embora nem sempre fosse o mais rápido da Hispania Racing Team, estava lá sempre a dar o seu melhor - que foi ser 15º.Mas Bruno não quis continuar este caminho. Desistiu da Hispania e preferiu ser 3º piloto da Renault (não sei bem se é Lotus se não). A continuar assim, pode-lhe calhar como o Alonso, que fez o mesmíssimo percurso na Renault há uma década atrás, e vir a ser piloto principal. Nós aqui admiramos o Bruno. Ele começou nos karts com 16 ou 17 anos (quando o tio começou com 5) e falta-lhe o talento, para além da pressão do nome. Mas não desistas, Bruno. Mesmo os menos dotados de talento, se forem perseverantes e tenazes, podem chegar lá - e o melhor exemplo é o de Damon Hill, que chegou a campeão e venceu uma corrida sem ser com a Williams. Bruno, amigo, o TPC está contigo!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
ARROXX apoia Troféu Pedro Chaves
Apesar de não ter personalidade jurídica, o Troféu Pedro Chaves não deixa por isso de tentar conseguir boas parcerias e bons negócios. O Departamento de Parcerias do Troféu emite assim o seguinte comunicado:
A ARROXX, conhecida marca holandesa de equipamentos para karting, vai apoiar o Troféu Pedro Chaves de karting amador em 2011.
O acordo entre o Troféu e a marca holandesa acaba de ser firmado e resulta num apoio exclusivo aos pilotos do troféu que desejem adquirir equipamentos da marca e participar em provas do troféu.
A ARROXX é uma marca representada em Portugal pela B.Peters, uma empresa dedicada às actividades desportivas e de lazer e, em especial, ao karting.
O representante da marca em Portugal, Bas Peters, afirmou que "Estamos muito satisfeitos com este acordo e esperamos que o apoio da ARROXX ao Troféu Pedro Chaves lhe permita evoluir em qualidade e segurança! Os pilotos do troféu terão, a partir de agora, condições para a aquisição de equipamentos que lhes permitirão praticar este desporto com mais segurança e comodidade!"
Bas Peters disse ainda que "com este apoio, a ARROXX inicia a sua divulgação em força no karting nacional, a que seguirá a expansão da marca a todo o país, promovida pelos melhores promotores que se podia desejar: os pilotos!"
A ARROXX oferece um desconto especial de 10% em todos os materiais da gama a todos os pilotos do troféu e ainda um valor adicional de 25% do total das aquisições em tempo de aluguer de kart nas pistas de Évora ou do Carregado.
Estas condições especiais permitirão aos pilotos que participam no Troféu Pedro Chaves adquirir equipamentos a preços muito interessantes, melhorando as suas condições de segurança e de conforto. Além disso, participarão a preço reduzido numa prova a realizar num dos circuitos abrangidos pelo circuito.
A Organização do Troféu Pedro Chaves, declarou, por seu lado, que "Este acordo honra-nos pelo interesse e confiança demonstrados pela ARROXX no nosso troféu e oferece aos nossos pilotos condições muito interessantes que lhes permitirão evoluir e praticar o seu desporto favorito em melhores condições de segurança." E acrescentou, ainda: "Este apoio confere-nos uma responsabilidade acrescida que eleva o Troféu Pedro Chaves na escala do karting amador. Vamos estar à altura do desafio!".
A primeira prova da quarta época do Troféu Pedro Chaves realiza-se no dia 12 de Fevereiro, Sábado, às 16 horas, no KIRO - Kartódromo Internacional da Região Oeste, no Bombarral.
A época de 2011 será composta por 6 provas, no total, cujas datas definitivas serão apresentadas ainda durante o mês de Fevereiro. Os circuitos visitados serão, além do Bombarral, o da Batalha, Leiria, Carregado, Almeirim e Palmela.
A ARROXX, conhecida marca holandesa de equipamentos para karting, vai apoiar o Troféu Pedro Chaves de karting amador em 2011.
O acordo entre o Troféu e a marca holandesa acaba de ser firmado e resulta num apoio exclusivo aos pilotos do troféu que desejem adquirir equipamentos da marca e participar em provas do troféu.
A ARROXX é uma marca representada em Portugal pela B.Peters, uma empresa dedicada às actividades desportivas e de lazer e, em especial, ao karting.
O representante da marca em Portugal, Bas Peters, afirmou que "Estamos muito satisfeitos com este acordo e esperamos que o apoio da ARROXX ao Troféu Pedro Chaves lhe permita evoluir em qualidade e segurança! Os pilotos do troféu terão, a partir de agora, condições para a aquisição de equipamentos que lhes permitirão praticar este desporto com mais segurança e comodidade!"
Bas Peters disse ainda que "com este apoio, a ARROXX inicia a sua divulgação em força no karting nacional, a que seguirá a expansão da marca a todo o país, promovida pelos melhores promotores que se podia desejar: os pilotos!"
A ARROXX oferece um desconto especial de 10% em todos os materiais da gama a todos os pilotos do troféu e ainda um valor adicional de 25% do total das aquisições em tempo de aluguer de kart nas pistas de Évora ou do Carregado.
Estas condições especiais permitirão aos pilotos que participam no Troféu Pedro Chaves adquirir equipamentos a preços muito interessantes, melhorando as suas condições de segurança e de conforto. Além disso, participarão a preço reduzido numa prova a realizar num dos circuitos abrangidos pelo circuito.
A Organização do Troféu Pedro Chaves, declarou, por seu lado, que "Este acordo honra-nos pelo interesse e confiança demonstrados pela ARROXX no nosso troféu e oferece aos nossos pilotos condições muito interessantes que lhes permitirão evoluir e praticar o seu desporto favorito em melhores condições de segurança." E acrescentou, ainda: "Este apoio confere-nos uma responsabilidade acrescida que eleva o Troféu Pedro Chaves na escala do karting amador. Vamos estar à altura do desafio!".
A primeira prova da quarta época do Troféu Pedro Chaves realiza-se no dia 12 de Fevereiro, Sábado, às 16 horas, no KIRO - Kartódromo Internacional da Região Oeste, no Bombarral.
A época de 2011 será composta por 6 provas, no total, cujas datas definitivas serão apresentadas ainda durante o mês de Fevereiro. Os circuitos visitados serão, além do Bombarral, o da Batalha, Leiria, Carregado, Almeirim e Palmela.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
João Narra e Eugénia Ribeiro confirmados no XV GP
| João Narra |
- João Narra vai participar na 1ª prova da 4ª edição do Troféu Pedro Chaves. É o 100º piloto a participar no Troféu; acha que é um presságio? Acha que é o Eleito para ganhar o Troféu de 2011?
Espero que não seja um agoiro...e quanto a ganhar o troféu de 2011, acho que não posso esperar tal, porque acredito ir encontrar um grupo de aguerridos aficcionados que não me vão fazer a vida fácil...
- Esta vai ser a sua estreia no Troféu Pedro Chaves... Porque decidiu participar e quais são os seus objectivos?
Fui desafiado pelo Paulo na Noite de Natal...de forma inesperadissima, e fiquei de imediato entusiasmado...participo porque gosto muito de Karting e porque espero encontrar tenaz oposição...quanto aos meus objectivos...enfim, vou tentar estar tão à frente quanto puder...
- Considera a possibilidade de disputar mais provas esta época? É um candidato ao título?
Sim, espero repetir. Nunca estive integrado num grupo como este e estou expectante...é diferente de ir uma vez e depois só dali a um ano...Quanto a ser candidato ao título...não creio...
- Sabemos que não é um estreante no karting, antes pelo contrário... Pode-nos contar um pouco da sua carreira desportiva?
Já participei em várias provas: treinos e no máximo de 30 min de corrida...participei em cerca de seis...e tive um Kart 100cc... ainda o tenho, mas não anda desde que a minha filha mais velha nasceu...ela tem nove anos...enfim...porém, antes da Rita ter nascido gastava um "bocado" de dinheiro em pneus, óleo, transmissões....para além disto já fiz alguns alugueres...não é a primeira experiência de karting, a que vou ter no KIRO!
- O TPC soube que já se cruzou em pista com Paulo Ribeiro, nos anos 90 e, das duas vezes, o deixou em segundo lugar... Podemos prever mais duelos animados e discussão pelos lugares do pódio?
Sim, é verdade. Porém tenho ideia que o Paulo é uma pessoa bem mais pesada, porque mais alto, do que eu e isso foi uma grande vantagem que tive nessas provas(não tinhamos lastro)...agora vai ser diferente. Mas sim, espero estar à altura e disputar os lugares do pódio...se não chegar lá, paciência...só quero acabar cansado e com um sorriso!
- Já conhece o kartódromo do Bombarral? Se sim, qual a sua impressão? Sente-se bem neste circuito? Se não conhece, quais são as suas expectativas?
Nunca corri, nem fui ao KIRO, mas já vi o esquema da pista na página do Kartódromo...pareceu-me muito bom!
- Quais são as suas expectativas para esta corrida?
Divertir-me, correr, bater-me e no fim beber umas gasosas!
Obrigado por nos convidarem!
João Narra
Albakarting pondera regresso ao TPC
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| Albakarting Racing Team (da sua página do FB) |
Um regresso que esperamos que se concretize e que irá elevar ainda mais o nível de competitividade no TPC.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Update: Organização pondera sanções contra Paulino
A Organização reagiu com firmeza aos insultos emitidos por I. Paulino recentemente, tendo qualificado como "intoleráveis as alegações de que a Organização possa de alguma forma estar profissionalizada. Que funcione mal, tudo bem, mas há muitas organizações amadoras que funcionam mal, não é motivo para pensar numa eventual profissionalização - que horror! - desta competição. A Organização vai abrir um inquérito e um processo disciplinar e tomar as medidas adequadas para castigar este tipo de atitudes, sendo provável que venha aí mais uma daquelas Admoestações que não valem nada. Sim, que nós temos mais que fazer."
150 SARIP com nova estrutura directiva
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| "Whenever, Wherever" |
Assim, o ex-piloto da equipa Daniel Sousa é o novo Director Desportivo da equipa, esperando-se bastante de quem possui experiência de gestão de organizações amadoras. Vamos ver se não faz como o outro director desportivo que dançava o tema “Whenever, Wherever” da Shakira enquanto descansava de maratonas de dias inteiros a jogar Championship Manager.
Danish Latif, piloto de reserva da 150 SARIP e provavelmente o melhor piloto moçambicano de origem indo-paquistanesa que já passou pelo Kartódromo Internacional de Leiria, foi nomeado Embaixador da Boa Vontade da 150 SARIP em África, cabendo-lhe a tarefa de conquistar fãs para a equipa, se necessário distribuindo t-shirts como da outra vez.
Fernando Moreira, decano piloto do projecto WVV SARIP, foi nomeado Presidente Honorário da equipa, pelo que não terá que fazer nada além de dar a sua bênção aos pilotos.
Quanto a Berto Messias, não lhe foi atribuído nenhum cargo porque, e citando a equipa, “ele já tem tantos cargos que não queremos sobrecarregá-lo com mais um.”
Paulino: "É preciso varrer a porcaria da Organização!"
I. Paulino, da 150 SARIP, emitiu um conjunto de declarações bastante agressivo, onde critica asperamente o trabalho da Organização na pré-época."A duas semanas do início do campeonato, não temos calendário além da 1ª corrida, não temos regulamento actualizado para 2011, e nem sequer sabemos se continua a haver champanhe do Lidl ou se vai acabar", refere o piloto bombarralense. "A Organização do Troféu Pedro Chaves tem dado provas de um profissionalismo absolutamente inqualificável para um troféu que se quer amador e de não estar à altura das circunstâncias. A funcionar assim tão mal, mais parecemos um troféu a sério! É preciso, de uma vez por todas, varrer a porcaria da Organização!", concluiu.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
C-Sport critica Organização
"Não estou a ver que se chegue a bom porto e no final o que vai acontecer é a organização do TPC decidir a favor de certos interesses instalados no nosso troféu....
Acho que chegou a hora de nos reunirmos e a união faz a força... e nas piores das hipóteses podemos criar uma comissão de pilotos para que estes se juntem com a organização e cheguem a um acordo para o regulamento deste ano."
Vários outros pilotos juntaram-se ao piloto batalhense, prevendo-se um possível braço-de-ferro entre a GPDA do TPC e a Organização, cuja reacção tem sido ao estilo Salazar, de forma silenciosa e como se não se passasse nada.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Bombástico: Vrielink assina pela 150 SARIP!
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| Apresentação da 150 SARIP v. 2011, com Paulino, Vrielink e, ao centro, o novo Director Desportivo, Daniel Sousa |
“Estamos deliciados (como se dizia no Championship Manager) por anunciar que o Campeão em título R. Vrielink será piloto da 150 SARIP em 2011.
O Reinold ponderou as suas hipóteses e considerou o projecto 150 SARIP como o mais aliciante de entre as hipóteses que se lhe colocavam. De certa forma, é o renascer da antiga e bem sucedida parceria da saudosa WVV SARIP, de 2002.
É também de assinalar que a 150 SARIP, tida por vezes como a parente pobre das equipas do Troféu, tenha merecido o interesse do Campeão em título. É uma recompensa e um prémio pelos resultados alcançados durante os 2 anos que a equipa já leva no activo.”
A equipa anunciou também que Daniel Sousa, além de se manter como piloto de reserva, será o novo Director Desportivo da 150 SARIP, não sendo de excluir uma eventual participação solitária do piloto marinhense para manter a forma, à imagem do que sucedeu em 2010 com excelentes resultados.
Se a 150 SARIP tivesse tido esta configuração em 2009, os resultados por equipas teriam sido os seguintes:
Pontos
150 SARIP, 188
BF Team, 157
KXT, 143
Acceleron Motorsport, 96
C-Sport, 80
Pódios
150 SARIP, 7
BF Team, 3
Acceleron Motorsport, 1
C-Sport, 1
KXT, 1
(outros, 2)
Vitórias
C-Sport, 1
KXT, 1
Wind Dummy 5, 1
150 SARIP, 1
(sem equipa, 1)
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Os Outlaws estão de volta!
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| Carlos Santos no 3º lugar (VI GP) |
Os resultados alcançados pelos pilotos oriundos da Grande Lisboa nesse GP são impressionantes, tendo-se qualificado em 4º e 5º lugar, a 0,4s e 0,5s da pole position, respectivamente (obtida por Paulo Ribeiro.) Na corrida, Santos esteve envolvido na luta pela liderança e terminou no 3º lugar, enquanto Kishorlal Silva manteve o 5º lugar dos treinos. Santos fez a 2ª volta mais rápida e Kishorlal Silva a 6ª.
Os Outlaws são, assim, fortes candidatos aos lugares da frente, não só na corrida de abertura de 2011, mas também durante todo o campeonato!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
José Figueiredo confirmado na C-Sport
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| Dilbert, o engenheiro de software mais famoso do mundo, poderá ser usado como logotipo pela C-Sport |
A C-Sport torna-se assim a equipa do Troféu com maiores conhecimentos ao nível do C#, do SQL Server 2008, e (pensamos nós, pelo menos) do HTML5. Resta saber se os requisitos estão pensados e planeados de raiz ou se será necessário partir o código durante a temporada.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Acceleron Motorsport: Ferraz pode sair em 2028
| P. Ferraz (ao centro), vencedor do XIII GP. Para onde irá em 2028? |
"M., ficas já convidado a ser piloto da @cceleron em 2028. Considera-te inscrito! E felicidades para os papás!!"
Estas afirmações colocam em causa a permanência de P. Ferraz na equipa (sendo que, como se sabe, os contratos das equipas do Troféu Pedro Chaves são do género sem termo, mais ou menos como se chegou a pensar que o Nuno Gomes tinha com o Benfica até se descobrir que ele afinal não queria deixar de jogar este ano.) Não foi possível obter uma reacção por parte de Ferraz, e embora o piloto valadense ainda tenha tempo para ponderar uma alternativa para 2028, é de crer que se gere alguma instabilidade.
domingo, 23 de janeiro de 2011
X GP (Batalha 2010): nova perspectiva
Descobrimos agora que a TV do Euroindy (GATA TV) fez uma pequena peça sobre o X GP Pedro Chaves, que aí decorreu em Fevereiro de 2010 sob forte chuva. Aqui fica o precioso apontamento (sem som).
Notas:
- A relembrar que Tiago Ferreira sacou a liderança ao pole man e eventual vencedor Tiago Capela na largada.
- Tiago Capela, que venceu com 30s de vantagem sobre Ferreira (e muito mais sobre os outros), aborda a parabólica (última curva antes da meta) com uma confiança e uma velocidade diferente dos demais. Mas note-se que não é o único a cumprir a trajectória mais correcta com aquela água toda - e mais arrojada para quem não tiver a certeza de onde está o limite. Aprendamos com ele!
Notas:
- A relembrar que Tiago Ferreira sacou a liderança ao pole man e eventual vencedor Tiago Capela na largada.
- Tiago Capela, que venceu com 30s de vantagem sobre Ferreira (e muito mais sobre os outros), aborda a parabólica (última curva antes da meta) com uma confiança e uma velocidade diferente dos demais. Mas note-se que não é o único a cumprir a trajectória mais correcta com aquela água toda - e mais arrojada para quem não tiver a certeza de onde está o limite. Aprendamos com ele!
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