sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
IX GP - a Crónica de Paulo Ribeiro (IV)
«Com chuva e pneus slick, além de ser essencial um pézinho leve na aceleração, as curvas têm que ser obrigatoriamente feitas pelo lado exterior das curvas, a zona "suja" como é conhecida. A zona "limpa", em piso seco, é a que oferece melhor aderência. Mas acumula muita borracha que, com água, se torna tão escorrregadia como gelo. Por isso, com piso molhado, é zona proibida.
Simplesmente, errava constantemente a abordagem dos dois ganchos mais importantes do circuito: o de entrada na recta da meta e o gancho da Oficina, no extremo do recinto. Errava, por não entrar na trajectória correcta e por estar a travar mal e cedo demais. Desequilibrava o kart em vez de o travar antes do "lock" à direcção e do deslizar até ao retorno da aderência da direcção e à trajectória correcta de saída.
O dilúvio que se abateu sobre o circuito não teve praticamente nenhuma influência no meu resultado, não me prejudicou particularmente. Já o disse uma vez e torno a afirmá-lo: estas corridas ao lusco-fusco não são boas para nós. Não conheço ainda nenhum kartódromo que disponha de uma iluminação suficientemente boa que permita uma boa visibilidade tão boa à noite como de dia. Havia zonas de escuridão no circuito que até se tornavam perigosas se somado a quebra de visibilidade das viseiras molhadas...
Mais para o final da corrida ainda dei uns toques - quase inevitáveis - em pelo menos um piloto que teve o azar de estar ao pé de mim... Logo ali lhe pedi desculpa, as condições do piso estavam complicadas, acredito que as aceitou e compreendeu. Malta muito desportista, sem dúvida, tenho que reconhecer. Só por isso compensa participar.»
(continua)
Simplesmente, errava constantemente a abordagem dos dois ganchos mais importantes do circuito: o de entrada na recta da meta e o gancho da Oficina, no extremo do recinto. Errava, por não entrar na trajectória correcta e por estar a travar mal e cedo demais. Desequilibrava o kart em vez de o travar antes do "lock" à direcção e do deslizar até ao retorno da aderência da direcção e à trajectória correcta de saída.
O dilúvio que se abateu sobre o circuito não teve praticamente nenhuma influência no meu resultado, não me prejudicou particularmente. Já o disse uma vez e torno a afirmá-lo: estas corridas ao lusco-fusco não são boas para nós. Não conheço ainda nenhum kartódromo que disponha de uma iluminação suficientemente boa que permita uma boa visibilidade tão boa à noite como de dia. Havia zonas de escuridão no circuito que até se tornavam perigosas se somado a quebra de visibilidade das viseiras molhadas...
Mais para o final da corrida ainda dei uns toques - quase inevitáveis - em pelo menos um piloto que teve o azar de estar ao pé de mim... Logo ali lhe pedi desculpa, as condições do piso estavam complicadas, acredito que as aceitou e compreendeu. Malta muito desportista, sem dúvida, tenho que reconhecer. Só por isso compensa participar.»
(continua)
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
IX GP - a Crónica de Paulo Ribeiro (III)
«O semáforo vermelho estava aceso. Assim que se apagasse, quinze pilotos iam disputar a entrada na primeira curva do circuito, o bilhete de acesso a uma boa posição na corrida. Mentalmente, pensei que tinha onze jovens leões atrás de mim, ávidos de velocidade, e ao meu lado o João, o provável campeão. Á minha frente, duas raposas experientes e rápidas, o Tiago Capela e o Ismael Paulino.
A pergunta que não me saía da cabeça era se os leõezinhos se iam lembrar do piso escorregadio... e me iam embrulhar na confusão... Qual a melhor trajectória para não perder o controle, defender a posição e saír o mais rapidamente possível da zona de perigo? Enquanto pensava em tudo isto, escapou-me o detalhe mais importante. Mas é natural. Ele estava mesmo atrás de mim.
As luzes apagaram-se e arrancámos, acelerando o possível para não derrapar. À minha frente, o Tiago, o Ismael e o João aceleravam e colocavam-se na melhor posição posível para a primeira curva, à direita. Eu decidi ir sempre junto à corda, travar e curvar devagar, por dentro, na zona má e saír o mais suavemente possível.
Fui de imediato envolvido por vários pilotos, à minha esquerda, enquanto via o Ismael apoiado no Capela, o João quase a saír a direito e comecei a ouvir toques. Alguém me passa na travagem,entro devagar, deslizo demais, saio de traseira, não posso acelerar a fundo, fico a ver esse piloto - o Tiago Ferreira, sei agora - a afastar-se, seguido de perto pelo Capela e o Ismael.
A minha corrida começou aqui. E terminou quando fiz o primeiro pião, um pouco depois. Descolei dos mais rápidos e nunca consegui recuperar. Atrás de mim, aparentemente, havia muita gente em sérias dificuldades... Criou-se outro fosso. Estava praticamente sozinho, restava-me pilotar o melhor possível, o que não fiz, alternando voltas aceitáveis com voltas lentas devido aos inúmeros erros e aos piões subsequentes.»
(continua)
A pergunta que não me saía da cabeça era se os leõezinhos se iam lembrar do piso escorregadio... e me iam embrulhar na confusão... Qual a melhor trajectória para não perder o controle, defender a posição e saír o mais rapidamente possível da zona de perigo? Enquanto pensava em tudo isto, escapou-me o detalhe mais importante. Mas é natural. Ele estava mesmo atrás de mim.
As luzes apagaram-se e arrancámos, acelerando o possível para não derrapar. À minha frente, o Tiago, o Ismael e o João aceleravam e colocavam-se na melhor posição posível para a primeira curva, à direita. Eu decidi ir sempre junto à corda, travar e curvar devagar, por dentro, na zona má e saír o mais suavemente possível.
Fui de imediato envolvido por vários pilotos, à minha esquerda, enquanto via o Ismael apoiado no Capela, o João quase a saír a direito e comecei a ouvir toques. Alguém me passa na travagem,entro devagar, deslizo demais, saio de traseira, não posso acelerar a fundo, fico a ver esse piloto - o Tiago Ferreira, sei agora - a afastar-se, seguido de perto pelo Capela e o Ismael.
A minha corrida começou aqui. E terminou quando fiz o primeiro pião, um pouco depois. Descolei dos mais rápidos e nunca consegui recuperar. Atrás de mim, aparentemente, havia muita gente em sérias dificuldades... Criou-se outro fosso. Estava praticamente sozinho, restava-me pilotar o melhor possível, o que não fiz, alternando voltas aceitáveis com voltas lentas devido aos inúmeros erros e aos piões subsequentes.»
(continua)
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
IX GP - entrevista vídeo c/ Pedro Ferreira
Com efeito, todos os pilotos, pelo facto de alinhar em qualquer dos 4 GP de 2009, participam automaticamente no Troféu Pedro Chaves. Pedro Ferreira obteve a 30ª posição, num total de 47 pilotos. A determinação demonstrada no final da entrevista aponta para melhores resultados em 2010!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
IX GP - A crónica de Paulo Ribeiro (II)
«Comecei os treinos a sério na segunda volta. Ainda hoje estou espantado com o terceiro lugar na grelha. Foram os treinos mais descontraídos de que me lembro. Não só não andei no máximo como não tentei nenhuma volta "Banzai". Rolei rápido e tentei conhecer a pista. E não estava a correr nada mal até ao momento que vi três pequenas gotas de água na viseira. "Não acredito - pensei eu - está a chover!"
Drama, pânico, confusão. Subitamente, todos à minha volta começavam a entrar em "tête", uns à frente, outros ao lado, atrás. Até eu me vi aflito para me manter em pista e não dar nenhum toque. Para mim, aquelas gotas foram o final dos treinos. Agora, só pensava em ir vestir o fato de chuva que tão imprudentemente tinha deixado guardadinho no escritório...
E assim fiz. Uma voltinha de patinagem artística e toca a entrar nas boxes. Neste momento lembrei-me de um episódio do passado, mas isso agora não interessa nada... Parei o carro e corri para o escritório. Fechado à chave. Quem tem a chave? A D. Helena. Onde está a D. Helena? Na torre de controlo... Isto vai ter que ser assim mesmo, pensei eu, é prá molha, seja o que Deus quiser...
E lá fui. Uma volta até à pré-grelha e já estava tudo à minha espera, mandaram-me seguir de imediato para a grelha e tomar a minha posição. Foi aqui que descobri que tinha feito o terceiro tempo nos treinos. Nada mau para um estreante nesta pista. E logo atrás do Ismael e do Capela, bons volantes, rápidos e eficientes... Onde estaria o João? E lá aguardei que todos tomassem os seus lugares. O comissário deu a grelha como formada e acenderam-se as luzes vermelhas do semáforo. Tinha chegado o momento da verdade. Era o momento da partida.»
(Continua)
Drama, pânico, confusão. Subitamente, todos à minha volta começavam a entrar em "tête", uns à frente, outros ao lado, atrás. Até eu me vi aflito para me manter em pista e não dar nenhum toque. Para mim, aquelas gotas foram o final dos treinos. Agora, só pensava em ir vestir o fato de chuva que tão imprudentemente tinha deixado guardadinho no escritório...
E assim fiz. Uma voltinha de patinagem artística e toca a entrar nas boxes. Neste momento lembrei-me de um episódio do passado, mas isso agora não interessa nada... Parei o carro e corri para o escritório. Fechado à chave. Quem tem a chave? A D. Helena. Onde está a D. Helena? Na torre de controlo... Isto vai ter que ser assim mesmo, pensei eu, é prá molha, seja o que Deus quiser...
E lá fui. Uma volta até à pré-grelha e já estava tudo à minha espera, mandaram-me seguir de imediato para a grelha e tomar a minha posição. Foi aqui que descobri que tinha feito o terceiro tempo nos treinos. Nada mau para um estreante nesta pista. E logo atrás do Ismael e do Capela, bons volantes, rápidos e eficientes... Onde estaria o João? E lá aguardei que todos tomassem os seus lugares. O comissário deu a grelha como formada e acenderam-se as luzes vermelhas do semáforo. Tinha chegado o momento da verdade. Era o momento da partida.»
(Continua)
domingo, 6 de dezembro de 2009
O Troféu Pedro Chaves nas redes sociais
Relembramos a todos os participantes, amigos, curiosos do karting amador em geral e a todos os nossos leitores no particular, que além desta presença no blogger (que nos acompanha desde o início, em Fevereiro 2007), o Troféu Pedro Chaves está presente no Facebook
Etiquetas:
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Redes Sociais,
Twitter
IX GP - entrevista vídeo c/ João Rodrigues
A quente, as reacções de Rodrigues, logo após a revalidação do título.
sábado, 5 de dezembro de 2009
IX GP - Resultados da Corrida
Com uma semana de atraso, foram hoje adicionados no respectivo link os resultados finais da corrida. Por uma questão de comodidade, ficam também aqui, na página principal.
IX GP - crónica de Paulo Ribeiro (I)
![]() |
| P. Ribeiro, na recta das boxes. |
"O dia apresentou-se agradável, nublado, mas sem grandes ameaças de chuva. As minhas ambições eram simples: obter o melhor resultado possível. Circuito desconhecido, carros desconhecidos, organização desconhecida. Tempo inseguro e previsões de chuva. Mas, estranhamente, não estava nada apreensivo, não sentia qualquer tipo de ansiedade. Vantagem de quem nada tem a ganhar ou a perder. Depois de uma corrida para esquecer, em Almeirim, o dia prometia.
O kartódromo agradou-me de imediato. Bom aspecto, bem equipado, arrumadinho. E bonito. Só achei estranha a questão da localização da linha de partida...
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
IX GP - entrevista vídeo c/ Tiago Capela
Vencedor da corrida, com 58 seg. de vantagem sobre o 2º classificado, 1m28s sobre o 3º e pelo menos 1 volta sobre os demais, em entrevista.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Imagens do dilúvio
Na parte final dos treinos, começou a chover com pouca intensidade, mas suficiente para deixar a pista molhada. Aqui, T. Capela e T. Ferreira disputam a liderança na primeira volta, deixando I. Paulino para trás, incapaz de acompanhar o ritmo dos 2 primeiros.



Sensivelmente a meio da corrida, abateu-se um forte aguaceiro que dimiunuiu de sobremaneira a visibilidade, obrigando ao acender das luzes...
...e que deixou a pista totalmente inundada.
domingo, 29 de novembro de 2009
Condições Meteorológicas
Depois de um mês de Novembro relativamente chuvoso, as previsões eram incertas para as 16 horas de Sábado. Chovera no sábado de manhã e caíra um pequeno aguaceiro por volta das 14 horas. Às 16 horas, hora prevista para o início da corrida, o céu estava nublado mas a pista totalmente seca, para a corrida que estava a decorrer.
As imagens de satélite, no entanto, eram esclarecedoras: tanto às 15 horas...
Como às 17 horas....
...A probabilidade de chuva era grande.
Dado os atrasos, quer da parte da corrida anterior quer da parte de alguns pilotos, os treinos começaram por volta das 16:30h, com pista seca.
Iam decorridos cerca de 7 minutos dos treinos quando começou a chuviscar, tornando a pista imediatamente mais escorregadia e condicionando os resultados da qualificação. No entanto, continuou a chover mais e a pista a acumular. Sensivelmente aos 15 minutos de corrida, veio um aguaceiro, aí sim, bastante forte, diminuindo bastante a visibilidade em pista, e que, quando parou, deixou poças e rios em vários pontos da pista, obrigando a uma condução muito cautelosa e precisa.
Brevemente, os comentários e as entrevistas na primeira pessoa, pelos próprios pilotos.
(A não ser que alguém faça como os jogadores de futebol e fale de si próprio na terceira pessoa, como o Pepe, "se for bom para mim e bom para o Pepe"...)
As imagens de satélite, no entanto, eram esclarecedoras: tanto às 15 horas...
Como às 17 horas....
...A probabilidade de chuva era grande.
Dado os atrasos, quer da parte da corrida anterior quer da parte de alguns pilotos, os treinos começaram por volta das 16:30h, com pista seca.
Iam decorridos cerca de 7 minutos dos treinos quando começou a chuviscar, tornando a pista imediatamente mais escorregadia e condicionando os resultados da qualificação. No entanto, continuou a chover mais e a pista a acumular. Sensivelmente aos 15 minutos de corrida, veio um aguaceiro, aí sim, bastante forte, diminuindo bastante a visibilidade em pista, e que, quando parou, deixou poças e rios em vários pontos da pista, obrigando a uma condução muito cautelosa e precisa.
***
Já estão disponíveis os resultados completos (com excepção da classificação final) nos respectivos links no painel lateral deste blogue.Brevemente, os comentários e as entrevistas na primeira pessoa, pelos próprios pilotos.
(A não ser que alguém faça como os jogadores de futebol e fale de si próprio na terceira pessoa, como o Pepe, "se for bom para mim e bom para o Pepe"...)
sábado, 28 de novembro de 2009
Capela faz Milagres na chuva. Rodrigues bicampeão
Em Donington Park, numa tarde muito molhada de Abril de 1993, Ayrton Senna venceu e deu uma volta de avanço a todos os seus adversários, à excepção do 2º classificado, Damon Hill.
Na primeira corrida à chuva do Troféu Pedro Chaves - e que chuvada, senhores! - Tiago Capela "deu uma de Senna" e venceu com enorme autoridade, deixando por dobrar apenas os outros ocupantes do pódio, Tiago Ferreira e I. Paulino. O piloto batalhense serviu-se da sua acumulada experiência em rallyes para dar uma lição de condução a um pelotão que, na sua grande maioria, nunca tinha sequer andado de kart com pista molhada, muito menos com as condições muito adversas que se abateram sobre o kartódromo de Milagres, Leiria.
João Rodrigues efectuou uma corrida, aparentemente, muito calculista, ao obter o exacto 10º lugar que necessitava para garantir matematicamente o título de campeão.
Como de costume, ficamos com os resultados:
Corrida
1º Tiago Capela
2º Tiago Ferreira
3º Ismael Paulino
4º Paulo Ribeiro
5º Carlos Nascimento
6º Cristóvão Sousa
7º Tiago Costa
8º Luís Bajouco
9º Mário Alemão
10º João Rodrigues
11º João Fonseca
12º João Costa
13º Pedro Ferreira
14º Fábio Godinho
15º Rui Pedrosa
Campeonato de Pilotos - Classificação Final
1º João Rodrigues 73 pts
2º Ismael Paulino 64 pts
3º Mário Alemão 56 pts (1 pódio)
4º João Costa 56 pts (0 pódios)
5º Paulo Ribeiro 52 pts
6º Tiago Capela 41 pts
7º Nelson Silva 40 pts
8º Eugénio Silva 37 pts
9º Reinold Vrielink 32 pts
10º Luís Bajouco 26 pts
(estão classificados mnais 37 pilotos)
Campeonato de Equipas - Classificação Final
1º KXT 129 pts
2º BMG "Brawn" Team 77 pts
3º 150 SARIP 67 pts
4º MAT 65 pts
5º Netjets Team 57 pts
6º Lamaquina 42 pts
(estão classificadas mais 5 equipas)
Dentro de poucos dias, resultados completos, incríveis entrevistas em vídeo (inédito!) e muito mais, no sítio do costume.
Na primeira corrida à chuva do Troféu Pedro Chaves - e que chuvada, senhores! - Tiago Capela "deu uma de Senna" e venceu com enorme autoridade, deixando por dobrar apenas os outros ocupantes do pódio, Tiago Ferreira e I. Paulino. O piloto batalhense serviu-se da sua acumulada experiência em rallyes para dar uma lição de condução a um pelotão que, na sua grande maioria, nunca tinha sequer andado de kart com pista molhada, muito menos com as condições muito adversas que se abateram sobre o kartódromo de Milagres, Leiria.
João Rodrigues efectuou uma corrida, aparentemente, muito calculista, ao obter o exacto 10º lugar que necessitava para garantir matematicamente o título de campeão.
Como de costume, ficamos com os resultados:
Corrida
1º Tiago Capela
2º Tiago Ferreira
3º Ismael Paulino
4º Paulo Ribeiro
5º Carlos Nascimento
6º Cristóvão Sousa
7º Tiago Costa
8º Luís Bajouco
9º Mário Alemão
10º João Rodrigues
11º João Fonseca
12º João Costa
13º Pedro Ferreira
14º Fábio Godinho
15º Rui Pedrosa
Campeonato de Pilotos - Classificação Final
1º João Rodrigues 73 pts
2º Ismael Paulino 64 pts
3º Mário Alemão 56 pts (1 pódio)
4º João Costa 56 pts (0 pódios)
5º Paulo Ribeiro 52 pts
6º Tiago Capela 41 pts
7º Nelson Silva 40 pts
8º Eugénio Silva 37 pts
9º Reinold Vrielink 32 pts
10º Luís Bajouco 26 pts
(estão classificados mnais 37 pilotos)
Campeonato de Equipas - Classificação Final
1º KXT 129 pts
2º BMG "Brawn" Team 77 pts
3º 150 SARIP 67 pts
4º MAT 65 pts
5º Netjets Team 57 pts
6º Lamaquina 42 pts
(estão classificadas mais 5 equipas)
Dentro de poucos dias, resultados completos, incríveis entrevistas em vídeo (inédito!) e muito mais, no sítio do costume.
Comunicado à Imprensa
A pedido da Organização do Troféu Pedro Chaves, o Blogue do Troféu Pedro Chaves emite o seguinte comunicado:
"Após a recente polémica relacionada com as regras de atribuição de pontos e da sua previsível influência no desfecho do campeonato de pilotos 2009, a Organização vem por este meio esclarecer o seguinte:
a) Aquando da revisão do sistema de pontuação do Troféu Pedro Chaves, a regra de atribuição de 1 ponto a todos os classificados abaixo do 20º lugar (sendo que o ponto atribuído ao 20º enquadra-se na estrutura aritmética definida, e que não interessa para o caso) pretendia premiar simbolicamente o esforço e empenho dos pilotos que terminassem a corrida nessas posições, num espírito de competição saudável e descontraído.
b) Da experiência anterior da Organização não constavam abandonos por falha mecânica. Já tinham ocorrido, sim, falhas mecânicas (por acidente, nomeadamente envolvendo o cavalheiro que comentou o post sobre esta suposta "polémica") que haviam levado à substituição do kart do piloto atingido pelo infortúnio (ou pelo tal cavalheiro, mas isso não interessa agora.) Nessa situação, e embora a Organização não tenha contabilizado qual a percentagem de tempo ou de voltas percorrida pelo piloto em causa, partiu-se do princípio que o esforço do piloto em prosseguir a corrida até ao final justificava, evidentemente, a sua inclusão na tabela da classificação final (tendo em conta que em 2007 não havia pontos abaixo do 6º lugar.)
b1) O mesmo sucede com os pilotos que terminam com 2, 3 ou mais voltas de atraso.
c) O sucedido em Almeirim foi, portanto, uma total novidade para a Organização. Foi decidido atribuir o 20º lugar final ao piloto Carlos Silva visto que a falha mecânica de que foi vítima, e que o levou a percorrer apenas 2 voltas, sem hipótese de substituição do equipamento, o impediu de prosseguir a corrida nos mesmos moldes que o piloto referido na alínea b). Não é normal sucederem falhas mecânicas no Troféu Pedro Chaves; em nenhum dos três Grandes Prémios decorridos em Leiria tal coisa aconteceu.
d) Acresce que, como já foi dado a entender na alínea a), o Troféu Pedro Chaves afastou-se, nesta temporada 2009, do modelo mais rígido adoptado pela Fórmula 1, privilegiando a competição saudável, amadora e desportiva.
Assim, tendo em conta o contexto anterior descrito nas alíneas a) e b), a jurisprudência exemplificada na alínea c), o contexto actual descrito na alínea d), e ainda o facto de o actual líder do campeonato de pilotos, J. Rodrigues, já ter sofrido 2 falhas mecânicas este ano, a Organização delibera o seguinte:
1. Serão incluídos na Classificação Final da corrida os pilotos que, não tendo concluído o mesmo número de voltas do vencedor, demonstrem ter efectuado o maior número de voltas possível e permitido pela mecânica e pelo equipamento.
2. Em caso de análise, serão tidos, para efeitos de decisão, os casos referidos nas alíneas a), b), b1), c), d), e outros, como:
2.1 Uma eventual exclusão por bandeira preta determinada pelo Kartódromo (daria direito a não atribuição de pontos, contrariando o espírito de fair-play;
2.2 O exemplo daquele piloto de origem moçambicana que abandonou voluntariamente um aluguer simples de 15 minutos porque estava muito cansado, e que, se fosse em corrida, não teria direito a qualquer ponto, pois seria considerado como desistência voluntária, o que contraria o espírito do Troféu Pedro Chaves."
"Após a recente polémica relacionada com as regras de atribuição de pontos e da sua previsível influência no desfecho do campeonato de pilotos 2009, a Organização vem por este meio esclarecer o seguinte:
a) Aquando da revisão do sistema de pontuação do Troféu Pedro Chaves, a regra de atribuição de 1 ponto a todos os classificados abaixo do 20º lugar (sendo que o ponto atribuído ao 20º enquadra-se na estrutura aritmética definida, e que não interessa para o caso) pretendia premiar simbolicamente o esforço e empenho dos pilotos que terminassem a corrida nessas posições, num espírito de competição saudável e descontraído.
b) Da experiência anterior da Organização não constavam abandonos por falha mecânica. Já tinham ocorrido, sim, falhas mecânicas (por acidente, nomeadamente envolvendo o cavalheiro que comentou o post sobre esta suposta "polémica") que haviam levado à substituição do kart do piloto atingido pelo infortúnio (ou pelo tal cavalheiro, mas isso não interessa agora.) Nessa situação, e embora a Organização não tenha contabilizado qual a percentagem de tempo ou de voltas percorrida pelo piloto em causa, partiu-se do princípio que o esforço do piloto em prosseguir a corrida até ao final justificava, evidentemente, a sua inclusão na tabela da classificação final (tendo em conta que em 2007 não havia pontos abaixo do 6º lugar.)
b1) O mesmo sucede com os pilotos que terminam com 2, 3 ou mais voltas de atraso.
c) O sucedido em Almeirim foi, portanto, uma total novidade para a Organização. Foi decidido atribuir o 20º lugar final ao piloto Carlos Silva visto que a falha mecânica de que foi vítima, e que o levou a percorrer apenas 2 voltas, sem hipótese de substituição do equipamento, o impediu de prosseguir a corrida nos mesmos moldes que o piloto referido na alínea b). Não é normal sucederem falhas mecânicas no Troféu Pedro Chaves; em nenhum dos três Grandes Prémios decorridos em Leiria tal coisa aconteceu.
d) Acresce que, como já foi dado a entender na alínea a), o Troféu Pedro Chaves afastou-se, nesta temporada 2009, do modelo mais rígido adoptado pela Fórmula 1, privilegiando a competição saudável, amadora e desportiva.
Assim, tendo em conta o contexto anterior descrito nas alíneas a) e b), a jurisprudência exemplificada na alínea c), o contexto actual descrito na alínea d), e ainda o facto de o actual líder do campeonato de pilotos, J. Rodrigues, já ter sofrido 2 falhas mecânicas este ano, a Organização delibera o seguinte:
1. Serão incluídos na Classificação Final da corrida os pilotos que, não tendo concluído o mesmo número de voltas do vencedor, demonstrem ter efectuado o maior número de voltas possível e permitido pela mecânica e pelo equipamento.
2. Em caso de análise, serão tidos, para efeitos de decisão, os casos referidos nas alíneas a), b), b1), c), d), e outros, como:
2.1 Uma eventual exclusão por bandeira preta determinada pelo Kartódromo (daria direito a não atribuição de pontos, contrariando o espírito de fair-play;
2.2 O exemplo daquele piloto de origem moçambicana que abandonou voluntariamente um aluguer simples de 15 minutos porque estava muito cansado, e que, se fosse em corrida, não teria direito a qualquer ponto, pois seria considerado como desistência voluntária, o que contraria o espírito do Troféu Pedro Chaves."
Outsiders atentos
A Organização do Troféu Pedro Chaves agradece e retribui os cumprimentos à BMG "Brawn" Team e à "NetJets Team", na pessoa do seu ainda primeiro piloto R. Vrielink, que, lamentando a ausência na corrida de hoje, enviaram saudações cordiais ao Troféu e aos pilotos presentes.
Segundo consta, R. Vrielink estará a acompanhar os últimos desenvolvimento do karting no estrangeiro.
Segundo consta, R. Vrielink estará a acompanhar os últimos desenvolvimento do karting no estrangeiro.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Polémica instalada no Troféu Pedro Chaves!
Num momento em que existem 10 inscritos para a última prova da temporada, e tendo em conta que o líder do campeonato, J. Rodrigues, necessita de um 10º lugar para garantir matematicamente a vitória, surge a polémica!
I. Paulino, um dos pilotos ainda com hipóteses matemáticas de vencer o campeonato, questionou a Organização sobre uma situação omissa no regulamento: e se J. Rodrigues não completar a corrida? É ou não atribuído 1 ponto, como se tivesse terminado?
«É inadmissível», aponta o piloto da SARIP 150, «chegarmos ao fim do campeonato com este tipo de situações por resolver. Não obtive qualquer resposta por parte da Organização sobre um cenário que pode influenciar a atribuição do título.»
«E espero que não me venham com soluções de chacha, tipo alíneas relativas à média de idades, como naquele regulamento pateta da Taça da Liga que está a prejudicar a Académica de Coimbra. É necessária uma decisão clara e objectiva até às 16 horas de Sábado!»
Contactada pelo Blogue do Troféu Pedro Chaves, a Organização não fez quaisquer comentários e remeteu para um comunicado a divulgar oportunamente.
I. Paulino, um dos pilotos ainda com hipóteses matemáticas de vencer o campeonato, questionou a Organização sobre uma situação omissa no regulamento: e se J. Rodrigues não completar a corrida? É ou não atribuído 1 ponto, como se tivesse terminado?
«É inadmissível», aponta o piloto da SARIP 150, «chegarmos ao fim do campeonato com este tipo de situações por resolver. Não obtive qualquer resposta por parte da Organização sobre um cenário que pode influenciar a atribuição do título.»
«E espero que não me venham com soluções de chacha, tipo alíneas relativas à média de idades, como naquele regulamento pateta da Taça da Liga que está a prejudicar a Académica de Coimbra. É necessária uma decisão clara e objectiva até às 16 horas de Sábado!»
Contactada pelo Blogue do Troféu Pedro Chaves, a Organização não fez quaisquer comentários e remeteu para um comunicado a divulgar oportunamente.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Daniel Sousa prestes a abandonar?
Circulam rumores no paddock de que Daniel Sousa, da 150 SARIP, pondera abandonar a competição. Ao que o blogue do Troféu Pedro Chaves conseguiu apurar, Sousa parece não estar satisfeito com as suas últimas performances e pondera dedicar mais tempo à família.
Nem D. Sousa nem o seu colega de equipa I. Paulino se mostraram disponíveis para prestar comentários, por agora.
A temporada 2009 encerra no próximo 28 de Novembro, em Leiria.
Nem D. Sousa nem o seu colega de equipa I. Paulino se mostraram disponíveis para prestar comentários, por agora.
A temporada 2009 encerra no próximo 28 de Novembro, em Leiria.
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